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Assessment – Como focar no que realmente faz a diferença

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“Foi uma experiência transformadora! Agora sei precisamente o quê preciso mudar” Essa é uma das frases típicas de participantes de processos de assessment.

Um assessment transformador contribui para a ampliação das perspectivas de futuro, para o alinhamento de expectativas e para o desenho de programas de desenvolvimento focados nas melhorias que vão realmente fazer a diferença. É muito mais do que apenas apontar pontos fortes e fracos.

A experiência adquirida pela participação em assessments em países culturalmente tão diferentes como Holanda, Brasil e Costa Rica, só para citar alguns, mostra que alguns fatores são críticos para garantir respostas transformadoras:

Clareza quanto aos propósitos construtivos do ASSESSMENT

A exatidão dos resultados tem relação direta com a percepção do participante quanto aos benefícios resultantes do assessment. Quando o objetivo é promover desenvolvimento, muitas empresas fazem campanhas de comunicação tão bem elaboradas que participar do assessment passa a fazer parte das aspirações de crescimento profissional.

Metodologia compatível com os produtos finais desejados

Se a organização quer promover um upgrade geral nos padrões de desempenho, e tem um modelo de competências consistente, desenhado para dar sustentação à sua estratégia e objetivos, o ideal é que o assessment seja desenhado a partir dessa base.

Se a empresa já tem ou pretende ter atuação global e quer conhecer seu potencial para competir em mercados voláteis, pode ser mais produtivo utilizar modelos que permitam comparar os perfis de seus executivos com os de quem já atuam nesses ambientes.

Testes e inventários de perfil comportamental são importantes, mas insuficientes se aplicados e avaliados isoladamente. O uso criterioso de múltiplos instrumentos e avaliadores neutraliza os vieses e ajuda a ampliar o grau de confiabilidade dos resultados.

Dependendo dos objetivos, do tamanho da população, da distribuição geográfica e do orçamento pode-se lançar mão de um conjunto de instrumentos para preenchimento exclusivamente on line. Esse modelo, bem desenhado e aplicado, produz informações confiáveis. Entretanto, a amplitude e profundidade das informações obtidas é menor do que em um processo que inclua atividades presenciais.

Engajamento e isenção na medida certa

O engajamento dos Diretores e Gestores das áreas de negócios na concepção e comunicação do processo é fundamental. Sem patrocinadores dessa natureza o processo todo pode se tornar “apenas mais um daqueles projetos lá do RH”, e os dados produzidos serão sub-aproveitados.

Por outro lado, a credibilidade do assessment pode ser prejudicada caso o excesso de interferências das áreas, ou mesmo de Recursos Humanos, passe aos participantes a percepção de que os resultados do processo podem não ser totalmente isentos de contaminação pelos dados e fatos do dia-a-dia corporativo: simpatias, afinidades, fatos recentes etc.

Clareza quanto aos próximos passos

Coaching? Pós-graduação? Treinamento específico em Finanças? Estágio em outra unidade? O poder transformador do assessment é potencializado quando, já na devolutiva, o participante recebe da empresa orientação e estímulo para desenhar o próprio plano de desenvolvimento. Os gestores das áreas de negócios têm um importante papel a desempenhar nesse momento, ao alinhar prioridades, provocar e dar apoio às ações práticas, contando com o apoio de Recursos Humanos.

Empresas que promovem processos de assessment bem estruturados, tanto para seleção quanto para desenvolvimento, sinalizam claramente o quanto valorizam seu capital humano e intelectual.

Alguém duvida de que projetar uma imagem atrativa para o capital humano qualificado e motivado é fator de competitividade?


Artigo escrito por Luciana Pimenta, consultora da Franquality, coach e lead assessor certificada pela PDI – Personnel Decisions International.

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Fonte: Luciana Pimenta
Autor: 
 Data: 23/05/2008

 

 


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