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Executivos querem inovar, mas inovam pouco

Carreira e inovação andam juntas. São almas gêmeas, atreladas qualitativamente e quantitativamente. Lima, no Peru, será palco mais uma vez de um debate muito interessante sobre o “Sucesso pela inovação”.

Na capital daquele país acontecerá no dia 25 de março nova edição do Forum Global Alumni promovido pelo IE Business School de Madrid, na Espanha. A escola de negócios espera que cerca de 500 executivos da América Latina e da Espanha participem do fórum, excelente oportunidade para para ampliar a rede de contatos com colegas da região e da Espanha.

Produzida na edição anterior do evento, uma interessante pesquisa demonstrou que ainda estamos, na América Latina, incluindo o Brasil, muito abaixo do esperado no quesito inovação. Num mundo globalizado, competitividade acirrada e vantagens competitivas cada vez mais efêmeras, os resultados foram desoladores.

A inovação é considerada importante, mas, na hora da verdade, poucos esforços concretos são dedicados para apoiar iniciativas específicas para inovar.

Apesar de 91% dos entrevistados acreditarem que sua empresa deve inovar para sobreviver nos próximos cinco anos, apenas 55% acreditam que sua empresa incentiva e valoriza as iniciativas neste sentido.

A radiografia da inovação na região é ainda mais pessimista se considera o percentual de empresas que tem em sua organização uma pessoa ou departamento responsável pela inovação, uma forma de medir o esforço real e concreto nesta área.

Apenas 31% das empresas latino-americanas têm um gerente ou um departamento de inovação. O valor varia de 27%, no Peru, e 38% no Chile e da Venezuela. Na Argentina, tem um gerente ou um departamento de inovação 29% das empresas. Na Colômbia 31%, Brasil, 33%, 34% no México.

Note-se, portanto, que enquanto a necessidade de inovação já entrou nas prioridades dos gestores da região, ou, pelo menos, eles reconhecem a necessidade, o número de empresas que fornecem medidas concretas e eficazes para implementar processos ou uma idéia inovadora é muito menor

Como já disse em post anterior (Inovação e carreira, razão e emoção), inovar exige envolvimento e isso só se dá com gestão humana, que pressupõe emoção e razão juntas, integradas e inseparáveis no processo de criar, aplicar e difundir idéias e produtos. Acredito que a cultura de inovação deva permear a organização. Para isso, ela precisa ser estimulada de baixo para cima e não por decreto. As empresas dão sinais dessa importância, mas não investem num processo decisivo para se beneficiar desse potencial criativo que adormece em suas fileiras. Espero que o novo fórum traga boas novas nessa área ou estimule sua reflexão. Uma coisa é certa: estamos perdendo tempo e a corrida é de 100 metros, dura menos de 10 segundos.

Os bons números da IE Business: O programa internacional de MBA da IE Business School de Madrid, na Espanha, é o 3° da Europa e 8° no mundo de acordo como último ranking de MBAs elaborado pelo Financial Times. Este ranking também coloca a IE Business School como 4ª escola no mundo em termos de progressão de carreira para graduados. Cerca de 90% dos graduados no MBA do IE encontram emprego até três meses após a conclusão do curso.

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Fonte: Carlos Faccina
Autor: 
 Data: 11/03/2011

 

 


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