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A
pesquisa realizada pelo portal
e-Learning Brasil em Setembro de 2002 procurou identificar o grau
de uso do
e-mail como ferramenta de entrega de cursos e conhecimentos nas
empresas.
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Fonte:
e-Learning
Brasil Pesquisa
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Conforme a análise que se segue, é possível
perceber que esta opção de entrega de treinamento
on-line ainda não é largamente difundida
entre as organizações brasileiras. A entrega
do conteúdo de treinamento via e-mail pode ser
uma opção mais econômica e rápida
de se implementar um projeto de e-Learning.
No contexto atual, de grandes mudanças e exigência
de soluções cada vez mais imediatas, a
adoção do e-mail como ferramenta de entrega
de treinamentos pode ser uma alternativa interessante.
De acordo com os dados obtidos, notamos que a grande maioria das organizações
participantes utiliza o e-mail para divulgar informações
gerais sobre os cursos aos treinandos. Exatamente 80% dos respondentes
afirmaram que a organização em que trabalham utiliza o
e-mail para fornecer informações gerais sobre os cursos,
como mudança de data ou horário, por exemplo. Em 20% dos
casos, o e-mail não é utilizado para esta finalidade.
Quanto
ao uso do e-mail por parte dos instrutores para a entrega
de materiais relacionados aos cursos, notamos uma queda
na freqüência: 37% dos pesquisados afirmaram
que este recurso é utilizado com muita freqüência
e 37% disseram que este recurso é usado com
pouca freqüência. Outros 25% disseram que
o e-mail não é utilizado para este fim.
A entrega de feedback sobre o acompanhamento de performance
através do e-mail é ainda menor que a entrega
de materiais via e-mail, número que podemos encontrar
no gráfico anterior. No caso do acompanhamento
de performance dos alunos/treinandos via e-mail, apenas
14% dos respondentes afirmou que todos os instrutores
possuem este hábito. Outros 14% disseram que a
maioria dos instrutores utiliza este método. Para
34% dos pesquisados, apenas alguns instrutores usam o
e-mail para este fim e finalmente para 39%, o e-mail
não é usado para a entrega de informações
sobre acompanhamento de performance.
O
e-mail pode não ser a base para o projeto de
e-Learning de uma empresa, mas pode ser uma parte importante
desta estratégia.
Percebemos que conforme o uso do e-mail vai se tornando
mais específico, ele vai sendo menos utilizado.
Por exemplo, na primeira pergunta da pesquisa (gráfico
1) notamos que o e-mail é usado para a distribuição
de informações gerais sobre os cursos em
80% dos casos, mas faz parte da estratégia de
e-Learning para apenas 33% dos pesquisados. Para 18%
dos pesquisados, o e-mail não faz parte da estratégia
de entrega dos cursos e em 49% dos casos, o e-Learning
ainda não é uma realidade na empresa pois
ainda não foi implementado.
Por outro lado, esta questão nos mostra que apesar
de não ser comum o e-mail fazer parte da estratégia
de entrega dos cursos, as empresas já começam
a enxergar as facilidades que esta ferramenta pode oferecer.
A
pesquisa buscou também identificar alguns hábitos
dos participantes com relação aos e-mails.
Quando perguntados sobre a freqüência com
que imprimem seus e-mails, apenas 1% afirmou que faz
isso sempre. Outros 7% disseram que imprimem seus e-mails
com freqüência. A grande maioria, 53%, afirmou
imprimir algumas vezes os e-mails recebidos. E finalmente,
em 39% dos casos, os e-mails quase nunca são
impressos.
Esses resultados contrastam com algumas afirmações
que apontam que as pessoas preferem ler textos impressos
ao invés de lerem na tela do computador.
Quanto às razões que levam os pesquisados
a imprimir um e-mail, notamos uma dispersão nas
respostas. 59% dos pesquisados optaram pela alternativa “Outros”,
pois as razões que os motivam a imprimir um e-mail
provavelmente não estavam listadas na pesquisa.
16% dos pesquisados disseram imprimir um e-mail pois
acreditam ser mais fácil ler as informações
no papel. Outros 13% afirmaram que imprimem seus e-mails
por medo de perder a cópia eletrônica do
documento. Já em 12% dos casos, a razão
primária para a impressão de um e-mail é poder
mantê-lo sempre à mão ou guardá-lo
em pastas e arquivos.
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Os
tipos de e-mails que são impressos com mais
freqüência são aqueles que serão
necessários quando a pessoa está longe
do computador (58% das respostas). Os documentos que
precisarão ser compartilhados com outras pessoas
são impressos por 34% dos pesquisados. Os documentos
considerados mais importantes também são
impressos com bastante freqüência: 23% das
pessoas o fazem por esta razão. Os documentos
com mensagens mais extensas levam 13% das pessoas a
imprimirem um e-mail e outros 13% alegaram que imprimem
outros tipos de e-mail que não estavam listados
nas opções da pesquisa (a opção “outros”).
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