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A
pesquisa realizada em Outubro pelo portal
e-learning Brasil buscou identificar as características
da utilização do recurso vídeo como conteúdo
de treinamento
nas organizações.
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Fonte:
e-Learning
Brasil Pesquisa
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Podemos perceber pelo gráfico abaixo que o recurso
vídeo é amplamente usado nas organizações
como complemento ao material de treinamento. 69% dos
pesquisados afirmaram que o vídeo é usado
nos treinamentos da sua organização. Outros
17% afirmaram que a organização em que
atuam ainda não utiliza este recurso, mas está planejando
adotar a sua utilização e 14% das pessoas
afirmaram que sua organização não
utiliza o vídeo como complemento aos treinamentos.
Estes resultados mostram que para a grande maioria das
organizações, este recurso é bastante
interessante, e quando bem empregado, pode aumentar a
eficácia dos cursos e ajudar na compreensão
e fixação do conteúdo.
Como complemento ao material utilizado nos treinamentos, o vídeo é amplamente
utilizado (vide gráfico anterior), mas como parte dos cursos on-line,
sua utilização é um pouco menor: Do universo total
pesquisado, 45% dos respondentes afirmaram que sua organização
usa o vídeo como parte dos cursos entregues através do
e-Learning.
Apenas 7% afirmaramu que a organização em que trabalham
não utiliza este recurso.
Outros 25% afirmaram que o vídeo ainda não é usado,
mas pode vir a ser pois esta proposta está sendo planejada. E
para 23% dos pesquisados o e-Learning ainda não é uma realidade,
pois não foi implementado em suas empresas/organizações.
Quando
questionados sobre a eficácia deste recurso,
se ele é essencial ou não num programa
de aprendizagem, as respostas foram positivas. Para
39% dos pesquisados, o vídeo sempre apresenta
resultados significativos. 54% das pessoas afirmaram
que o vídeo pode ser útil em alguns casos,
dependendo do tipo de treinamento. Apenas 6% afirmaram
que este recurso não é essencial e que é possível
obter resultados significativos mesmo sem o uso do
vídeo.
O formato de vídeo tradicional, reproduzido em vídeo cassete é o
meio de transmissão mais utilizado (42% dos respondentes afirmaram
que sua organização utiliza este formato). O vídeo
transmitido via Web (pela internet ou pela intranet da empresa) é usado
em 29% dos casos. O CD-ROM é usado como forma de transmissão
de vídeos em 14% das organizações e outras mídias
como o DVD, o vídeo CD, o Laser Disc e outros são usadas
em apenas 4% dos casos. Para outros 10%, nenhuma forma de transmissão
citada é usada em sua organização. (Estes optaram
pela alternativa “outros”).
Um vídeo pode ser transmitido pela web de duas maneiras: Via Streaming
(quando ele é transmitido por partes e o usuário não
precisa salvar o vídeo em seu computador) ou através de
Download (nesse caso, o arquivo é salvo no computador antes de
ser reproduzido).
Em 19% dos casos, os entrevistados responderam que sua empresa transmite
os vídeos pela web através do formato Streaming, e 21%,
através de Download. 12% dos entrevistados disse que sua organização
utiliza outro formato (não especificado) e 48% afirmaram que esta
forma de transmissão de vídeos, via web, não é utilizada
nos treinamentos.
Através do gráfico anterior podemos notar que o vídeo
transmitido via web ainda não é amplamente utilizado nas
organizações. As principais barreiras para a sua adoção,
segundo os entrevistados, são:
“O vídeo é um recurso muito ‘pesado’ para ser
reproduzido via web” – 43% das respostas
“O vídeo é um tipo de conteúdo que exige um investimento
alto para ser reproduzido” – 26% das respostas
“O vídeo exige que os alunos possuam um computador mais robusto
e sofisticado” – 31% das respostas.
Quanto à filmagem/captação de imagens para os conteúdos
de vídeo usados nos treinamentos, as respostas mostraram um certo
equilíbrio. 26% dos entrevistados disseram que os vídeos
são produzidos com recursos e equipamentos próprios. Outros
28% afirmaram terceirizar a produção dos vídeos.
Já 16% dos entrevistados disseram que preferem comprar vídeos
prontos (conteúdos de prateleira) para usar em seus treinamentos
e em 30% dos casos, o vídeo não é utilizado.
Quanto
ao setor de atuação dos entrevistados,
eles se encontram assim divididos:
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