O resultado referente à Análise de
Performance nos mostra que 79% das empresas que utilizam o e-Learning
fazem ou pretendem fazer análises para comparar a performance
dos seus profissionais ao desempenho obtido nos cursos de e-Learning.


No entanto, houve diminuição de
10% nos últimos dois anos no número de organizações
que pretendem ou fazem análises comparativas da performance
dos negócios com o desempenho obtido nos cursos de e-Learning.

4.2) Conceitos de Gestão e Análise
de Performance
Ao analisarmos a questão relacionada à Gestão
de Análise de Performance, notamos que os conceitos
de avaliação mais difundidos junto à comunidade
de e-Learning são a Gestão da Qualidade Total
(32%) e o Balanced Score Card (35%).

4.3) Mensuração dos resultados obtidos
Segundo os resultados da pesquisa, um dos desafios do e-Learning é mesmo
como medir os seus benefícios e resultados. Para 57% dos participantes,
este processo é difícil e outros 7% o consideram muito
difícil. Somente 35% afirmaram acreditar que este processo é simples
ou muito simples. Estes resultados confirmam que para muitas organizações
ainda é difícil associar os benefícios do e-Learning
aos respectivos ganhos nos negócios. Isto se deve principalmente
ao fato de muitos dos benefícios serem intangíveis,
como por exemplo, maior tempo de permanência no posto de trabalho,
aumento de produtividade no dia a dia, etc.

4.4) Importância das Análises
nos Projetos
Com a informação referente à importância
da Análise de Resultados, podemos ver que 93% das organizações
participantes consideram a análise dos projetos de e-Learning
importante ou muito importante para avaliar sua aplicabilidade
nos negócios.


4.5) Foco da Avaliação
dos Benefícios
O foco das avaliações tem sido o conhecimento
adquirido através dos cursos (22%), o impacto nos resultados
(25%), e a avaliação de reação
dos participantes (22%). Uma informação relevante é que
20% dos participantes informaram que ainda não existe
um modelo de avaliação definido para os seus
projetos.

4.6) Freqüência da avaliação
de Resultados
Outra informação importante é que em
24% dos casos a avaliação ocorre em tempo real,
ou seja, on-line. Em contrapartida, em 50% dos casos não
há avaliação dos resultados. Outros 10%
afirmaram que as análises têm sido efetuadas mensalmente.

Com relação ao ano de 2002, identificamos que
houve crescimento de 15% das organizações que
não tem avaliado os resultados do e-Learning no seu
negócio.


5.) Conclusões
O objetivo desta pesquisa foi identificar como as organizações
brasileiras estão avaliando e mensurando os resultados
obtidos depois da implementação do
e-Learning.
O estudo realizado nos meses de abril e março, aplicado a
207 organizações brasileiras de diversos setores, fez
algumas comparações com a mesma pesquisa aplicada
em junho de 2002. Os resultados obtidos nesta pesquisa revelaram
que a maioria das organizações ainda não fazem
análises para comparar a performance dos seus profissionais
ao desempenho obtido nos cursos de e-Learning, mas pretendem avaliar
sua aplicabilidade nos negócios.
Para 57% das organizações participantes, o processo
de mensuração dos resultados é difícil
e outros 7% o consideram muito difícil. Estes resultados confirmam
que para muitas organizações ainda é difícil
associar os benefícios do e-Learning aos respectivos ganhos
nos negócios. Houve diminuição de 10% nos últimos
dois anos das organizações que mensuram os resultados
obtidos pelo e-Learning, e isto se deve principalmente ao fato de
muitos dos benefícios serem intangíveis, como por exemplo,
maior tempo de permanência no posto de trabalho, aumento de
produtividade no dia a dia, etc.
Apesar de 50% das organizações não avaliarem
os resultados do e-Learning em seus negócios, 93% das organizações
participantes consideram a análise dos projetos de
e-Learning importante ou muito importante para avaliar sua aplicabilidade
nos negócios.
O foco das empresas que fazem avaliação dos resultados
do e-Learning (27%) tem sido o impacto nos resultados (25%), o conhecimento
adquirido através dos cursos (22%) e a avaliação
de reação dos participantes (22%).