A pesquisa consultou 120 organizações nos
setores de educação (25%), tecnologia (15%), consultorias
(12%), e-Learning (13%), governo (8%), treinamento (4%), entre outras
(24%).
O resultado mostra que 71% acham razoável a
qualidade dos cursos no formato e-Learning, enquanto 23% consideram ótima
e 6% ruim. Quando questionados sobre o que poderia ser melhorado,
42% dos pesquisados indicaram os aspectos didáticos (recursos
motivacionais, carga informacional, etc). As características
da interface (meios disponíveis para conduzir o usuário,
conservação da interface em diferentes contextos, help
on-line, etc) foi apontada por 23% dos profissionais. As opções “Maior
utilização de recursos multimídia” e “Avaliações
de aprendizagem e avaliação final” receberam
18% dos votos cada uma.


“Avaliações de aprendizagem e avaliação
final” receberam 18% dos votos cada uma.

4.2) Os recursos de multimídia são
dispensáveis e opcionais
As organizações foram questionadas sobre qual seria
o comportamento delas caso um fornecedor de e-Learning falasse que
a utilização de recursos de multimídia são
dispensáveis e opcionais.
A maioria dos profissionais, 77%, não concordaria. Acreditam
que, apesar do investimento ser maior, os melhores cursos de e-Learning
empregam uma variedade de recursos de multimídia, de exercícios
e simulações interativas. Dentre os que concordariam
com a afirmação, 19% alegam que é possível
ter ótimos cursos mesmo utilizando pouquíssimos recursos
multimídias. Já os outros 4%, acreditam que além
do alto investimento, esses cursos demandam um tempo muito maior
para produção.

4.3) A importância do endo-marketing e acompanhamento
junto à implantação do treinamento via e-Learning
As organizações avaliaram a importância
do endo-marketing e o acompanhamento junto à implantação
do treinamento via e-Learning.
A pesquisa revelou que 61% das organizações dão
muita importância para o trabalho do endo-marketing e o acompanhamento
junto à implantação, 34% consideram média
importância e apenas 5% opinaram pouca importância.

4.4) Maior inibidor para transformar um curso presencial
em e-Learning
Nesta fase, o objetivo foi identificar qual o maior inibidor para
a transformação de um curso presencial em e-Learning.
Apesar de reconhecerem que os bons cursos de e-Learning requerem
maior investimento para empregar uma variedade de recursos multimídia
(77% dos profissionais), a pesquisa mostrou que o orçamento
oferecido pelo fornecedor de e-Learning é considerado o
maior inibidor por 37% das organizações. Já 34%
avaliaram que a fase de planejamento instrucional junto ao cliente é o
principal inibidor e 29% apontaram o tempo de implantação
do projeto.
Em comparação com a mesma pesquisa realizada em agosto
de 2003, verificamos que cresceu o número de organização
que consideram o tempo de implantação do projeto o
maior inibidor para a transformação de um curso presencial
em e-Learning. Porém, a maioria ainda acredita que o orçamento
oferecido pelo fornecedor de e-Learning é maior inibidor.


4.5) Equipe especializada para desenvolver
cursos on-line através de softwares de autoria
As organizações (91%) consideram necessário
contratar uma empresa especializada para desenvolver cursos on-line
através de softwares de sua autoria. Apenas 9% consideram
desnecessário.
Se comparado com a pesquisa realizada no mesmo período de
2003, o resultado aponta um crescimento das organizações
que avaliam ser necessário uma equipe especializada para desenvolver
cursos on-line.


4.6) Maior investimento em LMS ou em desenvolvimento
de conteúdo?
Perguntamos às organizações onde mais investiriam
em um projeto de e-Learning: na aquisição do LMS ou
no desenvolvimento do conteúdo do curso.
O resultado mostrou que 65% preferem investir mais no desenvolvimento
de um conteúdo de e-Learning, enquanto 35% preferem investir
em LMS de ótima qualidade.
A preocupação das organizações está focada
na qualidade do conteúdo dos cursos on-line do que com a tecnologia
que sustenta e gerencia estes cursos.

5.) Conclusões
O objetivo da pesquisa deste mês foi identificar as principais
exigências das organizações com relação
a qualidade dos cursos desenvolvidos por fornecedores nacionais de
conteúdo e-Learning. Foi realizado um levantamento quantitativo
no mês de agosto de 2004 através do portal e-Learning
Brasil (www.elearningbrasil.com.br).
Participaram da pesquisa 120 organizações.
Na fase inicial, foi apontada a opinião das organizações
com relação a qualidade dos cursos desenvolvidos no
formato e-Learning por empresas nacionais especialistas no assunto
e o que pode ser melhorado. O resultado mostrou que 71% acham razoável
a qualidade dos cursos no formato e-Learning, enquanto 23% consideram ótima
e 6% ruim.
Com relação as melhorias, 42% dos pesquisados indicaram
os aspectos didáticos (recursos motivacionais, carga informacional,
etc) como sendo o item que mais precisa ser melhorado. As características
da interface (meios disponíveis para conduzir o usuário,
conservação da interface em diferentes contextos, help
on-line, etc) foi apontada por 23% dos profissionais. As opções “Maior
utilização de recursos multimídia” e “Avaliações
de aprendizagem e avaliação final” receberam
18% dos votos cada uma.
As organizações foram questionadas sobre qual seria
o comportamento delas caso um fornecedor de e-Learning falasse que
a utilização de recursos de multimídia são
dispensáveis e opcionais.
A maioria dos profissionais, 77%, não concordaria. Acreditam
que, apesar do investimento ser maior, os melhores cursos de e-Learning
empregam uma variedade de recursos de multimídia, de exercícios
e simulações interativas. Dentre os que concordariam
com a afirmação, 19% alegam que é possível
ter ótimos cursos mesmo utilizando pouquíssimos recursos
multimídias. Já os outros 4%, acreditam que, além
do alto investimento, esses cursos demandam um tempo muito maior
para produção.
A pesquisa revelou que 61% das organizações dão
muita importância para o trabalho do endo-marketing e o acompanhamento
junto à implantação, 34% consideram média
importância e apenas 5% opinaram pouca importância.
Nesta fase, o estudou visou identificar qual o maior inibidor para
a transformação de um curso presencial em e-Learning.
Em comparação com a mesma pesquisa realizada em agosto
de 2003, verificamos que cresceu em 7% o número de organização
que consideram o tempo de implantação do projeto o
maior inibidor para a transformação de um curso presencial
em e-Learning.
Porém, a maioria, 44%, ainda acredita que o orçamento
oferecido pelo fornecedor de e-Learning é maior inibidor.
Desde 2003, aumentou em 4% a quantidade de organizações
que consideram necessário contratar uma empresa especializada
para desenvolver cursos on-line através de softwares de sua
autoria. Apenas 9% consideram desnecessário.
Foi constatado que a preocupação das organizações
está mais focada na qualidade do conteúdo dos cursos
on-line do que com a tecnologia que sustenta e gerencia estes cursos,
já que 65% preferem investir mais no desenvolvimento de um
conteúdo de e-Learning, enquanto 35% preferem investir em
LMS de ótima qualidade.