A pesquisa consultou 110 organizações
nos setores de educação (40%), tecnologia
(13%), consultorias (7%), e-Learning (12%), governo
(5%), treinamento (12%), entre outras (11%).
O resultado mostra que 84% dos participantes
acham que um instrutor com conhecimento sobre um
determinado conteúdo não está necessariamente
apto a exercer a função de designer
instrucional e apenas 16% acham que esse conhecimento é o
bastante para projetar e desenvolver matérias
online.
Os leitores americanos também
destacaram que ser especialista em construção
e entrega de conteúdo não significa
necessariamente estar apto a projetar e desenvolver
o material online com sucesso, já que as
competências do treinamento em sala de aula
e as competências do design instrucional
não são muito alinhadas.


4.2) As habilidades de um
instrutor de sala de aula podem complementar
as funções de um Designer Instrucional?
As organizações foram questionadas
sobre a possibilidade de complementar as funções
de um designer instrucional com as habilidades
de um instrutor de sala de aula.
A maioria dos participantes (91%) acredita que
as habilidades de um instrutor de sala de aula
podem complementar as atividades desenvolvidas
pelo designer instrucional, enquanto 9% não
acham possível essa complementação.
Para os participantes da pesquisa realizada pelo
The Masie Center, as habilidades de um instrutor
podem complementar as funções de
um designer instrucional, mas acreditam que exista
uma curva íngreme de aprendizagem para qualquer
um envolvido no design instrucional, em qualquer
nível, ainda mais no mundo online.

4.3) Que benefício pode ser obtido
com a atuação do designer instrucional
e instrutor como e-alunos?
Para 64% dos profissionais, a atuação
do designer instrucional e instrutor como e-alunos
podem ajudá-los a entender quais as ferramentas
mais adequadas para atingir os objetivos de aprendizagem.
Já para 35%, o maior benefício é entender
como o aluno online se comporta de forma diferente
dos que estão em sala de aula e para 1%
essa troca de papel não traz nenhum desses
benefícios.
Nessa parte da pesquisa, os participantes americanos responderam que com
o trabalho conjunto de designers e instrutores atuando como e-alunos, pode-se
perceber quais são as melhores ferramentas para os objetivos de
aprendizagem, dessa forma, entendendo como alunos online se comportam de
forma diferente do que quando estão em salas de aula.

4.4) O trabalho de designer no e-Learning
(desenho instrucional, desenvolvimento e entrega)
envolve diferentes aptidões do profissional,
exigindo que ele seja multidisciplinar?
Para a maioria dos participantes (93%) o trabalho
de designer no e-Learning envolve diferentes aptidões
do profissional exigindo que ele seja multidisciplinar
e 7% dos participantes acreditam que não é necessário
que ele seja multidisciplinar.
“Design não só deve ser feito pelos instrutores porque eles
são capazes, o processo de design (desenho, desenvolvimento e entrega)
envolve diferentes aptidões e, por fim, o talento que seja a chave certa
para a fechadura correta”, comenta um dos participantes da pesquisa do
The Masie Center.


4.5)O profissional
de Designer Instrucional
Nesta parte da pesquisa, o objetivo foi identificar
qual a visão que as organizações
têm sobre o trabalho de designer instrucional.
Foi constatado que a maioria das organizações
(87%) consideram que o designer instrucional é um
profissional das áreas de educação
e tecnologia. Já 13% responderam que as
organizações onde trabalham consideram
que a função dessa profissão é apenas
digitar pensamentos em uma apresentação
de PowerPoint.
Embora a maioria das organizações
considera que o designer instrucional é um
profissional das áreas de educação
e tecnologia, os participantes americanos destacaram
que para isso é necessário educar
os dirigentes da organização.

5.) Conclusões
Na fase inicial, a pesquisa apontou qual a opinião
dos profissionais sobre um especialista em um determinado
conteúdo estar necessariamente apto a projetar
e desenvolver matérias online.
O resultado mostra que 84% dos participantes acham
que um instrutor não está necessariamente
apto a exercer a função de designer
instrucional. Os leitores americanos do The Masie
Center também destacaram que ser especialista
em construção e entrega de conteúdo
não significa necessariamente estar apto
a projetar e desenvolver o material online com
sucesso, já que as competências do
treinamento em sala de aula e as competências
do design instrucional não são muito
alinhadas.
As organizações foram questionadas
sobre a possibilidade de completar as funções
de um designer instrucional com as habilidades
de um instrutor de sala de aula.
A maioria dos profissionais (91%) acredita que
as habilidades de um instrutor de sala de aula
podem complementar as atividades desenvolvidas
pelo designer instrucional. Para os participantes
da pesquisa realizada pelo The Masie Center, as
habilidades de um instrutor complementam as funções
de um designer instrucional, mas acreditam que
exista uma curva íngreme de aprendizagem
para qualquer um envolvido no design instrucional,
em qualquer nível, ainda mais no mundo online.
Para 64% dos profissionais, a atuação
do designer instrucional e instrutor como e-alunos
podem ajudá-los a entender quais as ferramentas
mais adequadas para atingir os objetivos de aprendizagem.
Já para 35%, o maior benefício é entender
como o aluno online se comporta de forma diferente
dos que estão em sala de aula. Nessa parte
da pesquisa, os participantes americanos responderam
que com o trabalho conjunto de designers e instrutores
atuando como e-alunos, pode-se perceber quais são
as melhores ferramentas para os objetivos de aprendizagem,
dessa forma, entendendo como alunos online se comportam
de forma diferente do que quando estão em
salas de aula.
Para a maioria dos participantes (93%) o trabalho
de designer no e-Learning envolve diferentes aptidões
do profissional exigindo que ele seja multidisciplinar. “Design
não só deve ser feito pelos instrutores
porque eles são capazes, o processo de design
(desenho, desenvolvimento e entrega) envolve diferentes
aptidões e, por fim, o talento que seja
a chave certa para a fechadura correta”,
comenta um dos participantes da pesquisa do The
Masie Center.