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PesquisaResultado da PesquisaA Nova Fase de Autoria de Conteúdo no Brasil
 RESULTADO DA PESQUISA

A Nova Fase da Autoria de Conteúdo no Brasil

1.) Objetivo

Assim como o marketing se transformou no mundo com o conceito de “segmentação de mercado”, o e-Learning entra na era do “Aprendizado Personalizado”, adaptável a cada um de nós, no momento de nossa necessidade. Esta pesquisa foi realizada com o objetivo de identificar como as organizações brasileiras estão se adaptando a esta nova fase da autoria do conteúdo e comparar o resultado obtido com a mesma pesquisa realizada em fevereiro de 2004.

2.) Metodologia

Foi realizado um levantamento quantitativo nos mês de março de 2004, por meio do portal e-Learning Brasil, aplicado a 167 organizações brasileiras. A análise abordou 5 tópicos distintos:

  • Nível de Conhecimento sobre Objetos de Aprendizagem;
  • Necessidade de conhecimentos sobre Objetos de Aprendizagem;
  • Utilização dos Objetos de Aprendizagem nas Organizações;
  • Público Alvo X Objetos de Aprendizagem;
  • Padrões de e-Learning nos Objetos de Aprendizagem.

3.) Características da amostra

A amostra analisada possui uma distribuição variada de empresas pertencentes a 5 regiões brasileiras (região sudeste, centro-oeste, norte, nordeste e sul). A pesquisa consultou 167 organizações, nos setores de educação (34%), tecnologia (11%), consultorias (8%), e-Learning (11%), treinamento (9%), entre outras (27%).

 

4.) Resultados

4.1) Nível de Conhecimento sobre Objetos de Aprendizagem


Mais da metade dos executivos consultados (68%) responderam que dominam ou possuem bons conhecimentos sobre os “Objetos de Aprendizagem” no contexto de conteúdo. No entanto, 28% consideram possuir poucos conhecimentos sobre o assunto, e 4% nenhum conhecimento sobre os Objetos de Aprendizagem.

 

4.2) Necessidade de conhecimentos sobre Objetos de Aprendizagem

Quanto à necessidade de entender melhor sobre a definição de “Objetos de Aprendizagem” na nova fase do Aprendizado Personalizado, 97% das organizações responderam ser necessário ou absolutamente necessário obter mais conhecimento sobre este assunto. Apenas 3% das organizações consultadas afirmaram não ter esta necessidade.

4.3) Utilização dos Objetos de Aprendizagem nas Organizações

Questionamos se as organizações já trabalham no contexto de “Objetos de Aprendizagem”. As respostas foram equilibradas: 37% responderam que sim, atualmente já trabalham no contexto de Objetos de Aprendizagem e 36% disseram que não.

Finalizando esta análise, 27% das organizações afirmaram que não possuem nenhum projeto de e-Learning atualmente.

4.4) Público Alvo X Objetos de Aprendizagem

Do geral, 86% das organizações responderam ser muito importante conhecer o público alvo que receberá o treinamento, para o desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem no contexto de Aprendizado Personalizado em e-Learning; 14% consideram apenas importante fazer este tipo de análise. Nenhum participante julgou desnecessário fazer este tipo de sondagem.

 

Em comparação com a mesma pesquisa realizada em 2004, observa-se um crescimento de 5% dos participantes que consideram muito importante conhecer o público alvo que receberá o treinamento, para o desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem no contexto de Aprendizado Personalizado em e-Learning, ao mesmo tempo que diminuiu 2% os que consideram pouco importante essa questão, chegando em 2005 a 0%.

4.5) Padrões de e-Learning nos Objetos de Aprendizagem

A pesquisa revelou ainda que 88% acreditam que os padrões de e-Learning (padrão AICC/SCORM, etc) contribuirão para a personalização do Aprendizado; 12% não consideram que estes padrões contribuirão de alguma forma para esta personalização.

5.) Conclusões

A nova fase da autoria de conteúdo no Brasil se refere ao “Aprendizado Personalizado”, adaptável a cada um de nós, no momento de nossa necessidade. O objetivo desta pesquisa foi identificar como as organizações brasileiras estão se adaptando a esta nova fase da autoria do conteúdo e comparar com o resultado obtido na pesquisa realizada em fevereiro de 2004.

Os resultados obtidos nos cinco tópicos abordados desta pesquisa, aplicado às 167 organizações brasileiras dos diversos setores, revelam que há uma grande necessidade por parte das organizações por conhecerem mais sobre os Objetos de Aprendizagem.

Mais da metade dos executivos consultados (68%) responderam que dominam ou possuem bons conhecimentos sobre os “Objetos de Aprendizagem” no contexto de conteúdo. No entanto, 28% consideram possuir poucos conhecimentos sobre o assunto, e 4% nenhum conhecimento sobre os Objetos de Aprendizagem.

Quanto à necessidade de entender melhor sobre a definição de “Objetos de Aprendizagem” na nova fase do Aprendizado Personalizado, 97% das organizações responderam ser necessário ou absolutamente necessário obter mais conhecimento sobre este assunto. Apenas 3% das organizações consultadas afirmaram não ter esta necessidade.

Questionamos se as organizações já trabalham no contexto de “Objetos de Aprendizagem”. As respostas foram equilibradas: 37% responderam que sim, atualmente já trabalham no contexto de Objetos de Aprendizagem e 36% disseram que não.

Finalizando esta análise, 27% das organizações afirmaram que não possuem nenhum projeto de e-Learning atualmente.

Do geral, 86% das organizações responderam ser muito importante conhecer o público alvo que receberá o treinamento, para o desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem no contexto de Aprendizado Personalizado em e-Learning; 14% consideram apenas importante fazer este tipo de análise. Nenhum participante julgou desnecessário fazer este tipo de sondagem.

Em comparação com a mesma pesquisa realizada em 2004, observa-se um crescimento de 5% dos participantes que consideram muito importante conhecer o público alvo que receberá o treinamento, para o desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem no contexto de Aprendizado Personalizado em e-Learning, ao mesmo tempo que diminuiu 2% os que consideram pouco importante essa questão, chegando em 2005 a 0%.

A pesquisa revelou ainda que 88% acreditam que os padrões de e-Learning (padrão AICC/SCORM, etc) contribuirão para a personalização do Aprendizado; 12% não consideram que estes padrões contribuirão de alguma forma para esta personalização.


 
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