A pesquisa consultou 263 organizações,
nos setores de educação (41%), tecnologia
(13%), consultorias (5%), e-Learning (8%), governo
(6%), treinamento (5%), entre outras (22%).
No início da pesquisa, foi verificado
o perfil dos participantes. O resultado mostra que
40% ainda estão se especializando para desenvolver
projetos de e-Learning, 29% já estão
iniciando nessa área, 18% já são
profissionais experientes e 13% não pretendem
atuar em projetos de e-Learning.


4.2)
Principal função
A pesquisa identificou que a maioria (31%) dos
participantes são consultores, 27% são
gerentes de projeto, 23% são pedagogos,
10% são designers instrucionais, 7% são
programadores e 2% são ilustradores.

4.3) Principais fontes de
informação para atualização
e especialização em e-Learning
O resultado mostra que 76% buscam
atualização e especialização
em sites nacionais de e-Learning, 57% recorrem
a universidades. Enquanto que 44% responderam que
buscam por especialização e atualização
em congressos e workshops, 43% pesquisam em sites
internacionais, 41% em livros nacionais e 18% em
livros estrangeiros.

4.4) Qualidade dos conteúdos
de e-Learning na Internet disponibilizados no
Brasil
Do universo pesquisado, 87% das empresas afirmaram
que a qualidade dos conteúdos oferecidos é razoavelmente
satisfatória ou satisfatória. Outros
11% responderam que o conteúdo disponível é insatisfatório,
e apenas 3% consideram que as informações
disponíveis na Internet são plenamente
satisfatórias.

Com relação as pesquisas
realizadas no mesmo período nos ano de 2003
e 2004, nota-se uma diminuição na
avaliação que considera insatisfatória
a qualidade dos conteúdos de e-Learning,
ao mesmo tempo cresce a aprovação,
conforme a alternativa satisfatório.


4.5)Canal que mais favorece
a formação e atualização
dos profissionais de e-Learning
A pesquisa levantou também qual o canal
de mídia que mais favorece a formação
e atualização dos profissionais de
e-Learning. Do universo pesquisado, 85% a mídia
digital é a que mais favorece a formação
e atualização dos profissionais.
Em segundo lugar, vem a mídia impressa com
13% das respostas dos entrevistados. E por último,
o mercado de mídia eletrônica, que
contou com 2% das respostas dos entrevistados.

4.6) Participação
em eventos sobre e-Learning
O estudo mostra que 52% dos participantes nunca
participaram de eventos sobre e-Learning, mas gostariam
de participar. Já 37% participaram de eventos
sobre e-Learning apenas no Brasil, 8% tanto no
Brasil quanto no exterior, 2% nunca participaram
e não tem interesse em participar e apenas
1% participaram apenas no exterior.

4.7) Participação
em eventos organizados pela equipe e-Learning
Brasil
Quanto aos eventos organizados pela
equipe e-Learning Brasil, 66% nunca participou, mas
tem interesse
em participar, 13% já participaram dos workshops,
16% do Congresso e-Learning Brasil, 4% participaram
dos eventos patrocinados pela MicroPower e apenas
4% nunca participaram e não tem interesse
em participar.


4.8) Assuntos
prioritários em e-Learning
No final da pesquisa, foi identificado
que 28% tem interesse em conhecer mais sobre o
desenvolvimento de conteúdos para e-Learning,
21% em adquirir conhecimentos sobre como gerenciar
projetos em e-Learning e 18% em medir os resultados
de e-Learning. Confira as outras opções:

5) Conclusões
A pesquisa deste mês analisou onde os profissionais
em geral, gestores, consultores e fornecedores
de e-Learning buscam informações
para atualização e formação
nesta área e comparou o resultado obtido
com as pesquisas realizadas em 2003 e 2004. Foi
realizado um levantamento quantitativo no mês
de agosto de 2005, aplicado a 263 organizações
brasileiras.
No início da pesquisa, foi verificado o
perfil dos participantes. O resultado mostra que
40% ainda estão se especializando para desenvolver
projetos de e-Learning, 29% já estão
iniciando nessa área, 18% já são
profissionais experientes e 13% não pretendem
atuar em projetos de e-Learning.
A pesquisa identificou que a maioria (31%) dos
participantes são consultores, 27% são
gerentes de projeto, 23% são pedagogos,
10% são designers instrucionais, 7% são
programadores e 2% são ilustradores.
O resultado mostra que 76% buscam atualização
e especialização em sites nacionais
de e-Learning, 57% recorrem a universidades. Enquanto
que 44% responderam que buscam por especialização
e atualização em congressos e workshops,
43% pesquisam em sites internacionais, 41% em livros
nacionais e 18% em livros estrangeiros.
Do universo pesquisado, 87% das empresas afirmaram
que a qualidade dos conteúdos oferecidos é razoavelmente
satisfatória ou satisfatória. Outros
11% responderam que o conteúdo disponível é insatisfatório,
e 3% consideram que as informações
disponíveis na Internet são plenamente
satisfatórias.
Com relação as pesquisas realizadas
no mesmo período nos ano de 2003 e 2004,
nota-se uma diminuição na avaliação
que considera insatisfatória a qualidade
dos conteúdos de e-Learning, ao mesmo tempo
cresce a aprovação, conforme a alternativa
satisfatório.
A pesquisa levantou também qual o canal
de mídia que mais favorece a formação
e atualização dos profissionais de
e-Learning. Do universo pesquisado, 85% afiram
que a mídia digital é a que mais
favorece a formação e atualização
dos profissionais. Em segundo lugar, vem a mídia
impressa com 13% das respostas dos entrevistados.
E por último, o mercado de mídia
eletrônica, que contou com 2% das respostas
dos entrevistados.
O estudo mostra ainda que 52% dos participantes
nunca participaram de eventos sobre e-Learning,
mas gostariam de participar. Já 37% participaram
de eventos sobre e-Learning apenas no Brasil, 8%
tanto no Brasil quanto no exterior, 2% nunca participaram
e não tem interesse em participar e 1% participaram
apenas no exterior.
Quanto aos eventos organizados pela equipe e-Learning
Brasil, 66% nunca participaram, mas tem interesse
em participar, 13% já participaram dos workshops,
16% do Congresso e-Learning Brasil, 4% participaram
dos eventos patrocinados pela MicroPower e apenas
4% nunca participaram e não tem interesse
em participar.
No final da pesquisa, foi identificado que 28%
tem interesse em conhecer mais sobre o desenvolvimento
de conteúdos para e-Learning, 21% em adquirir
conhecimentos sobre como gerenciar projetos em
e-Learning e 18% em medir os resultados de e-Learning.