A pesquisa consultou 120 organizações
nos setores de educação (45%), tecnologia
(12%), consultorias (6%), e-Learning (8%), governo
(4%), treinamento (7%), entre outras (8%).
Na fase inicial, a pesquisa apontou
qual a opinião dos profissionais com relação à qualidade
dos cursos desenvolvidos no formato e-Learning por
empresas nacionais especialistas no assunto e o que
poderia ser melhorado.
O resultado mostra que 20% dos participantes acham
razoável a qualidade dos cursos no formato
e-Learning, enquanto 14% consideram ótima,
60% consideram boa e 2% ruim. Quando questionados
sobre o que poderia ser melhorado, 49% dos pesquisados
indicaram os aspectos didáticos (recursos
motivacionais, carga informacional, etc). As características
da interface (meios disponíveis para conduzir
o usuário, conservação da interface
em diferentes contextos, help online, etc) foi apontada
por 25% dos profissionais. As opções “Maior
utilização de recursos multimídia” e “Avaliações
de aprendizagem e avaliação final” receberam
12% e 14% respectivamente.


4.2) Os recursos de
multimídia são dispensáveis e opcionais?
As organizações foram questionadas
sobre qual seria o comportamento delas caso um
fornecedor de e-Learning falasse que a utilização
de recursos de multimídia é dispensável
e opcional.

A maioria dos profissionais, 77%, não concordaria.
Acreditam que, apesar do investimento ser maior,
os melhores cursos de e-Learning empregam uma variedade
de recursos de multimídia, de exercícios
e simulações interativas. Dentre
os que concordariam com a afirmação,
21% alegam que é possível ter ótimos
cursos mesmo utilizando pouquíssimos recursos
multimídias. Já os outros 2%, acreditam
que além do alto investimento, esses cursos
demandam um tempo muito maior para produção.
4.3) A importância
do endo-marketing e acompanhamento junto à implantação
do treinamento via e-Learning.
As organizações avaliaram
a importância do endo-marketing e o acompanhamento
junto à implantação do treinamento
via e-Learning.
A pesquisa revelou que 61% das organizações
dão muita importância para o trabalho
do endo-marketing e o acompanhamento junto à implantação
do treinamento via e-Learning, 29% consideram média
importância e apenas 10% opinaram pouca importância.
4.4) Maior inibidor para
transformar um curso presencial em e-Learning
Nesta fase, o objetivo foi identificar qual o
maior inibidor para a transformação
de um curso presencial em e-Learning.
Apesar de reconhecerem que os bons cursos de e-Learning
requerem maior investimento para empregar uma variedade
de recursos multimídia (77% dos profissionais),
a pesquisa mostrou que o orçamento oferecido
pelo fornecedor de e-Learning é considerado
o maior inibidor por 44% das organizações.
Já 36% avaliaram que a fase de planejamento
instrucional junto ao cliente é o principal
inibidor e 20% apontaram o tempo de implantação
do projeto.
Em comparação com a mesma pesquisa
realizada em agosto de 2004, verificamos que caiu
o número de organização que
consideram o tempo de implantação
do projeto o maior inibidor para a transformação
de um curso presencial em e-Learning. Porém,
a maioria ainda acredita que o orçamento
oferecido pelo fornecedor de e-Learning é maior
inibidor.


4.5) Equipe especializada
para desenvolver cursos online através
de softwares de autoria
As organizações (92%) consideram
necessário contratar uma empresa especializada
para desenvolver cursos online através de
softwares de sua autoria. Apenas 8% acham desnecessário.
Se comparado com a pesquisa realizada em outros
anos, o resultado aponta um crescimento das organizações
que avaliam ser necessário uma equipe especializada
para desenvolver cursos online.

4.6) Maior
investimento em LMS ou em desenvolvimento de
conteúdo?
Perguntamos às organizações
onde elas mais investiriam em um projeto de e-Learning:
na aquisição do LMS ou no desenvolvimento
do conteúdo do curso.
O resultado mostrou que 67% preferem investir mais
no desenvolvimento de um conteúdo de e-Learning,
enquanto 33% preferem investir em LMS de ótima
qualidade.
A preocupação das organizações
está focada na qualidade do conteúdo
dos cursos online do que com a tecnologia que sustenta
e gerencia estes cursos.

4.7) Conclusões
O objetivo da pesquisa deste mês
foi identificar as principais exigências
das organizações com relação
a qualidade dos cursos desenvolvidos por fornecedores
nacionais de conteúdo e-Learning. Foi realizado
um levantamento quantitativo no mês de agosto
de 2005 através do portal e-Learning Brasil
(www.elearningbrasil.com.br). Participaram da pesquisa
120 organizações.
Na fase inicial, foi apontada a opinião
das organizações com relação
a qualidade dos cursos desenvolvidos no formato
e-Learning por empresas nacionais especialistas
no assunto e o que poderia ser melhorado. O resultado
mostrou que 20% dos participantes acham regular
a qualidade dos cursos no formato e-Learning, enquanto
14% consideram ótima, 64% consideram boa
e 2% ruim.
Com relação às melhorias,
49% dos pesquisados indicaram os aspectos didáticos
(recursos motivacionais, carga informacional, etc)
como sendo o item que mais precisa ser melhorado.
As características da interface (meios disponíveis
para conduzir o usuário, conservação
da interface em diferentes contextos, help online,
etc) foram apontadas por 25% dos profissionais.
As opções “Maior utilização
de recursos multimídia” e “Avaliações
de aprendizagem e avaliação final” receberam
12% e 14% respectivamente.
As organizações foram questionadas
sobre qual seria o comportamento delas caso um
fornecedor de e-learning falasse que a utilização
de recursos de multimídia é dispensável
e opcional.
A maioria dos profissionais, 77%, não concordaria.
Acreditam que, apesar do alto investimento, os
melhores cursos de e-Learning empregam uma variedade
de recursos de multimídia, de exercícios
e simulações interativas. Dentre
os que concordariam com a afirmação,
21% alegam que é possível ter ótimos
cursos mesmo utilizando pouquíssimos recursos
multimídias. Já os outros 2%, acreditam
que, além do alto investimento, esses cursos
demandam um tempo muito maior para produção.
A pesquisa revelou que 61% das organizações
dão muita importância para o trabalho
do endo-marketing e o acompanhamento junto à implantação
do treinamento via e-Learning, 29% consideram média
importância e apenas 10% opinaram pouca importância.
Nesta fase, o estudou visou identificar qual o
maior inibidor para a transformação
de um curso presencial em e-Learning.
Em comparação com a mesma pesquisa
realizada em agosto de 2004, verificamos que caiu
em 9% o número de organizações
que consideram o tempo de implantação
do projeto o maior inibidor para a transformação
de um curso presencial em e-Learning. Porém,
a maioria, 44%, ainda acredita que o orçamento
oferecido pelo fornecedor de e-Learning é o
maior inibidor.
Aumentou em 1% a quantidade de organizações
que consideram necessário contratar uma
empresa especializada para desenvolver cursos online
através de softwares de sua autoria. Apenas
8% acham desnecessário.
Foi constatado que a preocupação
das organizações está mais
focada na qualidade do conteúdo dos cursos
online do que com a tecnologia que sustenta e gerencia
estes cursos, já que 67% preferem investir
mais no desenvolvimento de um conteúdo de
e-Learning, enquanto 33% preferem investir em LMS
de ótima qualidade.
