O resultado mostra que 84% buscam atualização e especialização em sites nacionais de e-Learning, 43% recorrem a universidades. Enquanto que 46% responderam que buscam por especialização e atualização em congressos e workshops, 41% pesquisam em sites internacionais, 36% em livros nacionais e 16% em livros estrangeiros.
4.2) Qualidade dos conteúdos de e-Learning
na Internet disponibilizados no Brasil
Do universo pesquisado, 84% das empresas afirmaram que a qualidade dos conteúdos oferecidos é razoavelmente satisfatória ou satisfatória. Outros 10% responderam que o conteúdo disponível é insatisfatório, e apenas 6% consideram que as informações disponíveis na Internet são plenamente satisfatórias.

Com relação as pesquisas realizadas no mesmo período nos ano de 2003, 2004 e 2005, nota-se uma diminuição na avaliação que considera insatisfatória a qualidade dos conteúdos de e-Learning, ao mesmo tempo cresce a aprovação, conforme a alternativa satisfatório.
4.3) Canal que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais de e-Learning
A pesquisa levantou também qual o canal de mídia que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais de e-Learning. Do universo pesquisado, 46% diz que a mídia eletrônica é a que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais. Em segundo lugar, vem a mídia digital com 34% das respostas dos entrevistados. E por último, o mercado de mídia impressa, que contou com 19% das respostas dos entrevistados.

4.4) Cursos preferenciais em e-Learning
Foi identificado que 41% tem interesse em conhecer mais sobre o desenvolvimento de conteúdos para e-Learning, 23% em adquirir conhecimentos sobre como gerenciar projetos em e-Learning e 13% em medir os resultados de e-Learning. Confira as outras opções:

5.0) Conclusões
A pesquisa deste mês analisou onde os profissionais em geral, gestores, consultores e fornecedores de e-Learning buscam informações para atualização e formação nesta área e comparou o resultado obtido com as pesquisas realizadas em 2003, 2004 e 2005. Foi realizado um levantamento quantitativo no mês de janeiro de 2006, aplicado a 511 organizações brasileiras.
O resultado mostra que 84% buscam atualização e especialização em sites nacionais de e-Learning, 43% recorrem a universidades. Enquanto que 46% responderam que buscam por especialização e atualização em congressos e workshops, 41% pesquisam em sites internacionais, 36% em livros nacionais e 16% em livros estrangeiros.
Do universo pesquisado, 84% das empresas afirmaram que a qualidade dos conteúdos oferecidos é razoavelmente satisfatória ou satisfatória. Outros 10% responderam que o conteúdo disponível é insatisfatório, e apenas 6% consideram que as informações disponíveis na Internet são plenamente satisfatórias.
Com relação as pesquisas realizadas no mesmo período nos ano de 2003, 2004 e 2005, nota-se uma diminuição na avaliação que considera insatisfatória a qualidade dos conteúdos de e-Learning, ao mesmo tempo cresce a aprovação, conforme a alternativa satisfatório.
A pesquisa levantou também qual o canal de mídia que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais de e-Learning. Do universo pesquisado, 46% diz que a mídia eletrônica é a que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais. Em segundo lugar, vem a mídia digital com 34% das respostas dos entrevistados. E por último, o mercado de mídia impressa, que contou com 19% das respostas dos entrevistados.
No final da pesquisa foi identificado que 41% tem interesse em conhecer mais sobre o desenvolvimento de conteúdos para e-Learning, 23% em adquirir conhecimentos sobre como gerenciar projetos em e-Learning e 13% em medir os resultados de e-Learning.
