
A maioria dos profissionais, 80%, não
concordaria. Acreditam que, apesar do investimento ser
maior, os melhores cursos de e-Learning empregam uma variedade
de recursos de multimídia, de exercícios
e simulações interativas. Dentre os que concordariam
com a afirmação, 16% alegam que é possível
ter ótimos cursos mesmo utilizando pouquíssimos
recursos multimídias. Já outros 4%, acreditam
que, além do alto investimento, esses cursos demandam
um tempo muito maior para produção.
4.3) A importância do endo-marketing
e acompanhamento junto à implantação
do treinamento via e-Learning
As organizações avaliaram a
importância do endo-marketing e o acompanhamento
junto à implantação do treinamento
via e-Learning.
A pesquisa revelou que 60% das organizações
dão muita importância para o trabalho
do endo-marketing e o acompanhamento junto à implantação
do treinamento via e-Learning, 31% consideram média
importância e apenas 9% opinaram pouca importância.

4.4)
Maior inibidor para transformar um curso presencial
em e-Learning
Nesta fase, o objetivo foi identificar qual o maior
inibidor para a transformação de um curso
presencial em e-Learning.
Apesar de reconhecerem que os bons cursos de e-Learning
requerem maior investimento para empregar uma variedade
de recursos multimídia (80% dos profissionais),
a pesquisa mostrou que o orçamento oferecido pelo
fornecedor de e-Learning é considerado o maior
inibidor por 40% das organizações. Já 37%
avaliaram que a fase de planejamento instrucional junto
ao cliente é o principal inibidor e 23% apontaram
o tempo de implantação do projeto.

4.5) Equipe especializada para desenvolver cursos
online através de softwares de autoria
As organizações (88%) consideram
necessário contratar uma empresa especializada
para desenvolver cursos online através de softwares
de sua autoria. Apenas 12% acham desnecessário.

4.6) Maior investimento em LMS
ou em desenvolvimento de conteúdo?
Perguntamos às organizações
onde elas mais investiriam em um projeto de e-Learning:
na aquisição do LMS ou no desenvolvimento
do conteúdo do curso.
O resultado mostrou que 64% preferem investir mais
no desenvolvimento de um conteúdo de e-Learning,
enquanto 36% preferem investir em LMS de ótima
qualidade.
A preocupação das organizações
está focada mais na qualidade do conteúdo
dos cursos online do que com a tecnologia que sustenta
e gerencia estes cursos.

5.) Conclusões
O objetivo da pesquisa deste mês
foi identificar as principais exigências das
organizações com relação
a qualidade dos cursos desenvolvidos por fornecedores
nacionais de conteúdo e-Learning. Foi realizado
um levantamento quantitativo no mês de abril
de 2007 através do portal e-Learning Brasil
(www.elearningbrasil.com.br). Participaram da pesquisa
343 organizações.
Na fase inicial, a pesquisa identificou qual a opinião
dos profissionais com relação à qualidade
dos cursos desenvolvidos no formato e-Learning por
empresas nacionais especialistas no assunto e o que
poderia ser melhorado.
O resultado mostra que 67% dos participantes acham
boa a qualidade dos cursos no formato e-Learning, enquanto
20% consideram ótima, 12% consideram razoável.
Quando questionados sobre o que poderia ser melhorado,
42% dos pesquisados indicaram os aspectos didáticos
(recursos motivacionais, carga informacional, etc).
As características da interface (meios disponíveis
para conduzir o usuário, conservação
da interface em diferentes contextos, help online,
etc) foi apontada por 22% dos profissionais. As opções “Maior
utilização de recursos multimídia” e “Avaliações
de aprendizagem e avaliação final” receberam
16% e 20% respectivamente.
As organizações foram questionadas sobre
qual seria o comportamento delas caso um fornecedor
de e-Learning falasse que a utilização
de recursos de multimídia é dispensável
e opcional.
A maioria dos profissionais, 80%, não concordaria.
Acreditam que, apesar do investimento ser maior, os
melhores cursos de e-Learning empregam uma variedade
de recursos de multimídia, de exercícios
e simulações interativas. Dentre os que
concordariam com a afirmação, 16% alegam
que é possível ter ótimos cursos
mesmo utilizando pouquíssimos recursos multimídias.
Já outros 4%, acreditam que, além do
alto investimento, esses cursos demandam um tempo muito
maior para produção.
As organizações avaliaram a importância
do endo-marketing e o acompanhamento junto à implantação
do treinamento via e-Learning.
A pesquisa revelou que 60% das organizações
dão muita importância para o trabalho
do endo-marketing e o acompanhamento junto à implantação
do treinamento via e-Learning, 31% consideram média
importância e apenas 9% opinaram pouca importância.
Nesta fase, o objetivo foi identificar qual o maior
inibidor para a transformação de um curso
presencial em e-Learning.
Apesar de reconhecerem que os bons cursos de e-Learning
requerem maior investimento para empregar uma variedade
de recursos multimídia (80% dos profissionais),
a pesquisa mostrou que o orçamento oferecido
pelo fornecedor de e-Learning é considerado
o maior inibidor por 40% das organizações.
Já 37% avaliaram que a fase de planejamento
instrucional junto ao cliente é o principal
inibidor e 23% apontaram o tempo de implantação
do projeto.
As organizações (88%) consideram necessário
contratar uma empresa especializada para desenvolver
cursos online através de softwares de sua autoria.
Apenas 12% acham desnecessário.
Foi constatado que a preocupação das
organizações está mais focada
na qualidade do conteúdo dos cursos online do
que com a tecnologia que sustenta e gerencia estes
cursos, já que 64% preferem investir mais no
desenvolvimento de um conteúdo de e-Learning,
enquanto 36% preferem investir em LMS de ótima
qualidade.
