PesquisaResultado da Pesquisa Qualidade dos cursos de e-Learning
 RESULTADO DA PESQUISA
Qualidade dos cursos de e-Learning

1) Sumário Executivo

O objetivo da pesquisa deste mês foi identificar as principais exigências das organizações com relação à qualidade dos cursos desenvolvidos por fornecedores nacionais de conteúdo e-Learning. Foi realizado um levantamento quantitativo no mês de abril de 2008 através do portal e-Learning Brasil (www.elearningbrasil.com.br). Participaram da pesquisa 230 organizações.

Na fase inicial, a pesquisa buscou saber qual a opinião dos profissionais com relação à qualidade dos cursos desenvolvidos no formato e-Learning por empresas nacionais especialistas no assunto e o que poderia ser melhorado.

O resultado mostra que 63% dos participantes acham boa a qualidade dos cursos no formato e-Learning, enquanto 22% consideram ótima e 15% consideram razoável. Quando questionados sobre o que poderia ser melhorado, 33% dos pesquisados indicaram os aspectos didáticos (recursos motivacionais, carga informacional, etc.). As características da interface (meios disponíveis para conduzir o usuário, conservação da interface em diferentes contextos, help online, etc.) foram apontadas por 29% dos profissionais. As opções “Maior utilização de recursos multimídia” e “Avaliações de aprendizagem e avaliação final” receberam 23% e 15%, respectivamente.

As organizações foram questionadas sobre qual seria o comportamento delas caso um fornecedor de e-Learning falasse que a utilização de recursos de multimídia é dispensável e opcional.

A maioria dos profissionais, 80%, não concordaria. Acreditam que, apesar de o investimento ser maior, os melhores cursos de e-Learning empregam uma variedade de recursos de multimídia, exercícios e simulações interativas. Dentre os que concordariam com a afirmação, 14% alegam que é possível ter ótimos cursos mesmo utilizando pouquíssimos recursos multimídia. Outros 6% acreditam que, além do alto investimento, esses cursos demandam um tempo muito maior para produção.

A pesquisa revelou que 58% das organizações dão muita importância ao trabalho do endomarketing e acompanhamento à implantação do treinamento via e-Learning, enquanto 29% consideram de média importância e apenas 13% opinaram ser de pouca importância.

Nesta fase, o objetivo foi identificar qual o maior inibidor para a transformação de um curso presencial em e-Learning.

Reconhecendo que os bons cursos de e-Learning requerem maior investimento para empregar uma variedade de recursos multimídia (80% dos profissionais), a pesquisa mostrou que o orçamento deixou de ser o maior inibidor na hora da contratação do recurso. Atualmente, o maior inibidor é o planejamento instrucional com o cliente, com 37%. O orçamento vem em seguida, com 35%, e o tempo de implantação foi apontado por 28%.

Oitenta e oito por cento consideram necessário contratar uma empresa especializada para desenvolver cursos on-line através de softwares de sua autoria. Apenas 12% acham desnecessário.

Foi constatado que a preocupação das organizações está mais concentrada na qualidade do LMS do que no conteúdo dos cursos on-line, já que 58% preferem investir em um LMS de ótima qualidade, enquanto 36% preferem o desenvolvimento de conteúdo.


2.) Objetivo

A pesquisa deste mês buscou analisar as principais exigências das organizações sobre a qualidade dos cursos desenvolvidos por fornecedores nacionais de conteúdo e-Learning.

3.) Metodologia

Foi realizado um levantamento quantitativo no mês de abril de 2008, por meio do portal e-Learning Brasil (www.elearningbrasil.com.br), aplicado a 230 organizações brasileiras. A análise abordou 5 tópicos distintos:

  • Qualidade dos cursos desenvolvidos no formato e-Learning por empresas nacionais especialistas no assunto;
  • O que pode ser melhorado nos cursos via e-Learning nacionais;
  • Importância do endomarketing e acompanhamento à implantação do treinamento via e-Learning;
  • Maior inibidor para transformar um curso presencial em e-Learning;
  • Importância da equipe profissional no desenvolvimento de cursos on-line através de softwares de autoria;
  • Investimento e interesse em adquirir um LMS (plataforma de gerenciamento de e-Learning) e desenvolvimento de conteúdo em e-Learning.

4.) Características da Amostra

A amostra analisada possui uma distribuição variada de empresas e instituições de ensino pertencentes às 5 regiões brasileiras, havendo uma maior participação do Sudeste e do Sul, com 77%. Essa preponderância se deve ao fato de essas duas regiões representarem maior incidência de crescimento tecnológico e de serem os maiores pólos de desenvolvimento do Brasil.

Educação com 35%, e-Learning e Governo com 10% e Tecnologia com 9% foram os setores que predominaram nesta pesquisa.

A maioria das organizações (34%) possui um quadro de funcionários com menos de 100 integrantes, e 38% possuem de 501 a 2.500 colaboradores. Confira o gráfico detalhado:


Outros tópicos analisados pela amostra:

a) Tipo de organização em que o pesquisado trabalha

b) Seu papel na organização


c) Em que departamento atua


5.) Resultados

5.1) Qualidade dos cursos no formato e-Learning e melhorias

Na fase inicial, a pesquisa buscou saber qual a opinião dos profissionais com relação à qualidade dos cursos desenvolvidos no formato e-Learning por empresas nacionais especialistas e o que poderia ser melhorado.

O resultado mostra que 63% dos participantes acham boa a qualidade dos cursos no formato e-Learning, enquanto 22% consideram ótima e 15% consideram razoável. Quando questionados sobre o que poderia ser melhorado, 33% dos pesquisados indicaram os aspectos didáticos (recursos motivacionais, carga informacional, etc.). As características da interface (meios disponíveis para conduzir o usuário, conservação da interface em diferentes contextos, help on-line, etc.) foram apontadas por 29% dos profissionais. As opções “Maior utilização de recursos multimídia” e “Avaliações de aprendizagem e avaliação final” receberam 23% e 15%, respectivamente.


5.2) Os recursos de multimídia são dispensáveis e opcionais?

As organizações foram questionadas sobre qual seria o comportamento delas caso um fornecedor de e-Learning se posicionasse contra o uso de recursos multimídia. Há um ano, a grande maioria concordou que o investimento não compensa o resultado. Em 2008 o resultado foi diferente. Confira o gráfico detalhado:

A maioria dos profissionais, 80%, não concorda. Acreditam que, apesar do investimento ser maior, os melhores cursos de e-Learning empregam uma variedade de recursos de multimídia, exercícios e simulações interativas. Dentre os que concordam com a afirmação, 14% alegam que é possível ter ótimos cursos mesmo utilizando pouquíssimos recursos multimídia. Outros 6% acreditam que, além do alto investimento, esses cursos demandam um tempo muito maior para produção.

5.3) A importância do endomarketing e acompanhamento à implantação do treinamento via e-Learning

As organizações avaliaram a importância do endomarketing e acompanhamento à implantação do treinamento via e-Learning.

A pesquisa revelou que 58% das organizações dão muita importância ao trabalho do endomarketing e acompanhamento à implantação do treinamento via e-Learning, enquanto 29% consideram de média importância e apenas 13% opinaram ser de pouca importância.

5.4) Maior inibidor para transformar um curso presencial em e-Learning

Nesta fase, o objetivo foi identificar qual o maior inibidor para a transformação de um curso presencial em e-Learning.

A pesquisa mostrou que o orçamento deixou de ser o maior inibidor na hora da contratação do recurso. Atualmente, o maior inibidor é o planejamento instrucional com o cliente, com 37%. O orçamento vem em seguida, com 35%, e o tempo de implantação foi apontado por 28%.


5.5) Equipe especializada para desenvolver cursos on-line através de softwares de autoria

As organizações (88%) consideram necessário contratar uma empresa especializada para desenvolver cursos on-line através de softwares de sua autoria. Apenas 12% acham desnecessário.

5.6) Maior investimento em LMS ou em desenvolvimento de conteúdo?

Perguntamos às organizações onde elas mais investiriam em um projeto de e-Learning: na aquisição do LMS ou no desenvolvimento do conteúdo do curso.

O resultado mostrou que 58% preferem investir em um LMS de ótima qualidade, enquanto 36% preferem o desenvolvimento de conteúdo.

A preocupação das organizações está concentrada mais no sistema de gerenciamento de aprendizado do que na qualidade do conteúdo dos cursos on-line.

 
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